segunda-feira, 31 de agosto de 2009

SOBERANO 0 X 0 PORQUINHAS RÓSEAS

Foi um clássico decepcionante. Esperava um jogo mais emocionante, com mais chances de gols e até gols de ambos os lados.

Mas o que se viu ontem no Morumbi, foi um SOBERANO sem muita vontade de ganhar e o time dos "bambinos" com muito medo de perder.


Nosso ex-técnico, escalou um monte de volantes e zagueiros para segurar nosso time, e Ricardo Gomes por sua vez, também não teve muita coragem de alterar a equipe no segundo tempo colocando por exemplo Marlos, para encostar mais nos dois atacantes, sejam W9, Dagol ou Borges na segunda etapa.


Marcos ainda teve um pouco mais de trabalho que Rogério Ceni, principalmente na primeira etapa, já Rogério fez apenas uma defesa mais difícil.
Enfim, quatro pontos separam ainda o SOBERANO do primeiro lugar, muito pouco para um campeonato que vai até dezembro.



Saudações Tricolores!!!

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Patético Paranaense 1 X 0 SOBERANO

Enfim, aconteceu... A série invicta do Soberano foi quebrada por aquele timinho do mais moderno meio estádio do mundo, que agora tomou vergonha na cara e está acabando de construir as arquibancadas.
Eram o que todos esperavam para começar a falar do nosso time.
A imprensa, que já não estava acreditando no que acontecia, olhava com malgrado a espetacular reação que demonstramos em campo após a chegada de Ricardo Gomes, que tanto foi achincalhada por eles.
Mas falando um pouco do jogo, tivemos um belo jogo de futebol, bem pegado, com marcação dura de ambos os lados, onde o resultado mais justo seria o empate.
Porém, num lance em que Jorge Wagner perdeu a bola no meio de campo para o veterano Paulo Baier, acabou-se armando uma jogada inusitada onde essa criatura correu todo campo de defesa do SPFC para acabar ele mesmo cabeceando a bola para o gol.
Saudações Tricolores!!!

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

O maior de todos


Muito se ouve pelas ruas da cidade, em bares, reuniões de amigos, churrascos e qualquer tipo de confraternizações, dos torcedores do Trio de Ferro aqui da Capital de São Paulo (SOBERANO, Galinhas e Porquinhas), discussões acerca da grandeza de cada clube.

Essas discussões geram sempre muitas polêmicas, pois cada torcedor acaba sendo tendencioso a favor de seu clube de coração, outros aumentam o número de conquistas, enfim é muito complicado chegar a um denominador comum.

Mas como que se mede a grandeza de um clube, como chegaremos a uma conclusão em que todos possam confiar e ter como base?

Poderíamos citar várias coisas como parâmetros para termos base na execução de uma pesquisa. Essas variáveis incluem o patrimônio de um clube, o número de torcedores, alguns rankings exóticos que aparecem por aí, mas o ingrediente principal para o torcedor comum, com certeza seria o número de conquistas do time, quantas vezes eu consegui gritar é campeão, isso é o que realmente importa.

Como já sabemos que em relação a estrutura, a estádio, à centro de treinamentos, centro de recuperação de atletas, o São Paulo Futebol Clube só pode ser comparado aos grandes clubes europeus, isso ficará fora da disputa; com relação ao número de torcedores, sabemos que as galinhas são maioria, isso também ficará fora da disputa, não influenciando de forma alguma o resultado final.

Isso posto, resolvi pesquisar os títulos de todos os Campeonatos conquistados por essas equipes, somente com relação a competições oficiais do Brasil, ou então homologado pela Conmebol (no caso de torneios sulamericanos) e obviamente os chancelados pela entidade máxima do futebol, a FIFA.

Levantando a história dos clubes, em seus sites oficiais, ou em sites especializados em futebol, e até mesmo nas enciclopédias eletrônicas Wikipédia e Futpédia entre outros, consegui a relação desses títulos, dos quais serão listados logo abaixo.

Seguiremos uma pontuação, que foi declarada justa e honesta, por grandes entendedores de futebol, defensores ferrenhos de interesses dos seus respectivos clubes, numa bela rodada de cerveja com deliciosos petiscos.

Alguns tópicos da reunião foram discutidos fervorosamente pelos integrantes da mesa, pois uns achavam, por exemplo, que títulos de Série B não deveriam constar da relação, outros achavam que sim, mas por fim decidiu-se que tais conquistas ganhariam a mesma importância de um Campeonato Paulista.

Outro ponto de discussão, foi o Mundial de Clubes conquistado pelo Corinthians em 2000 e ainda a Taça Rio de 1951 conquistada pelo Palmeiras. Após muita, mas muita, mas muita discussão, houve por bem elevar essas conquistas menores ao patamar de Campeonatos Mundiais, conferindo-lhes a pontuação máxima, ou seja, 100 pontos.

Para cada título conquistado, será dado uma pontuação, de acordo com a tabela a seguir, levando em consideração a importância do triunfo alcançado pela respectiva equipe.

Campeonato Mundial – 100 pontos
Taça Libertadores da América – 70 pontos
Campeonato Brasileiro – 50 pontos
Campeonatos Sulamericanos – 30 pontos
Copa do Brasil ou Torneios Regionais – 20
Campeonatos Paulistas e Títulos de Série B – 10 pontos


Nessa análise, ficará descartado qualquer triunfo dessas equipes em torneios menores, tais como Troféu Ramon de Carranza, Tereza Herrera, entre outros... Pois todos os times possuem essas conquistas, mas acabam se tornando inexpressivas para a torcida.

Vamos a análise:

SÃO PAULO FUTEBOL CLUBE

Campeonatos Mundiais: 1992, 1993, 2005. (300 pontos)

Taça Libertadores da América: 1992, 1993, 2005. (210 pontos)

Campeonatos Brasileiros: 1977, 1986, 1991, 2006, 2007, 2008. (300 pontos)

Supercopa Sulamericana: 1993. (30 pontos)

Recopa Sulamericana: 1993, 1994. (60 pontos)

Taça Conmebol: 1994. (30 pontos)

Supercopa da Conmebol: 1996. (30 pontos)

Torneio Rio-São Paulo: 2001. (20 pontos)

Campeonatos Paulista: 1931, 1943, 1945, 1946, 1948, 1949, 1953, 1957, 1970, 1971, 1975, 1980, 1981, 1985, 1987, 1989, 1991, 1992, 1998, 2000, 2005. (210 pontos)

Supercampeonato Paulista 2002. (10 pontos)


“Total 1200 pontos”



SOCIEDADE ESPORTIVA PALMEIRAS


Taça Libertadores da América: 1999. (70 pontos)

Copa Rio 1951. (100 pontos)

Copa Mercosul 1998. (30 pontos)

Campeonatos Brasileiros: 1972, 1973, 1993, 1994. (200 pontos)

Campeonato Brasileiro Série B 2003. (10 pontos)

Torneio Rio-São Paulo: 1933, 1951, 1965, 1993 e 2000. (100 pontos)

Campeonato Paulista: 22 vezes. (220 pontos)

Campeonato Paulista Extra: 1926 e 1938. (20 pontos)

Copa dos Campeões Estaduais Rio-São Paulo 1927, 1942 e 1947. (60 pontos)

Copa do Brasil 1998. (20 pontos)

Torneio Roberto Gomes Pedrosa: 1967 e 1969. (40 pontos)

Taça Brasil: 1960 e 1967. (40 pontos)

“Total 910 pontos”


Sport Club Corinthians Paulista


Mundial de Clubes FIFA: 2000. (100 pontos)

Campeonatos Brasileiros: 1990, 1998, 1999, 2005. (200 pontos)

Campeonato Brasileiro Série B: 2008. (10 pontos)

Torneio Rio-São Paulo: 1950, 1953, 1954, 1966 e 2002. (100 pontos)

Campeonato Paulista: 26 vezes. (260 pontos)

Copa dos Campeões Estaduais Rio-São Paulo: 1930 e 1941. (40 pontos)

Copa do Brasil: 1995, 2002 e 2009. (60 pontos)

Supercopa do Brasil: 1991. (20 pontos)


“Total 790 pontos”

Enfim, uma resposta, uma luz, algo transparente que realmente podemos confiar, pois os títulos mais importantes conquistados pelo Trio de Ferro aí estão. Agora não há mais dúvidas, não haverá mais falácias, mais blá blá blás, acabou...

O SOBERANO realmente é SOBERANO, com quase trezentos pontos à frente das porquinhas róseas, e pra mais de quatrocentos pontos à frente das galinhas.

Não há o que se falar, todos tem que admitir, o SOBERANO é o Clube Nacional mais vitorioso da história do futebol brasileiro.

Nada é maior que isso, nada é tão vitorioso, nada é tão supremo, tão soberano quanto o São Paulo Futebol Clube.

Foi um massacre contra nossos co-irmãos. Agora podem sentar e chorar. Não há o que se falar.

Saudações Tricolores!!!

SOBERANO 1 X 0 FLUMINENSE

JÁ SOMOS VICE-LÍDERES E, SE DEIXAREM, NÃO VAMOS TER DÓ!

Mesmo caindo de produção no segundo tempo (como ocorreu contra o Sport) o São Paulo fez o seu dever de casa, venceu o Fluminense pelo placar mínimo e se apresenta fortemente como candidato ao título. Tem gente tremendo mais que vara VERDE…

Tudo isso com direito a volta triunfal (com direito a mais um recorde) de Rogério Ceni. O goleiro artilheiro capitão mito ídolo agora é o jogador que mais atuou em campeonatos brasileiros. O jogador ultrapassou Clêmer e Zinho com um detalhe precioso: Todos os seus jogos foram pelo Maior do Mundo. É mole?

Antes da partida, confusão nos ingressos e muito frio no Morumbi, tal qual o blogueiro havia profetizado. é duro ver como o torcedor é guerreiro, passando por dificuldades mil. É também louvável o esforço do clube para mudar o hábito de se comprar ingressos somente na hora. Mas ainda há muito problema.

O técnico Ricardo Gomes surpreendeu na escalação da equipe, com Richarlyson na zaga e Arouca no meio-campo. o time foi a campo com Rogério Ceni; Rodrigo, André Dias e Richarlyson; Jean, Arouca, Hernanes, Jorge Wagner e Junior Cesar; Dagoberto e Washington.

O primeiro tempo foi de domínio total do tricolor paulista. O time jogava bem e mostrava um bom esquema defensivo, com Rodrigo (outro que estreava no Brasileirão após uma embolia pulmonar), André Dias e Richarlyson. Este último teve uma bela atuação e foi coroado com um golaço. O São paulo ainda enfiou uma bola na trave de Rafael (que substituiu Fernando Henrique).

Porém, como não era de se esperar, o São Paulo caiu muito de produção no segundo tempo, tal qual a partida passada diante do Sport. o Fluminense percebeu, tirou o ex-zagueiro sãopaulino Edcarlos e colocou Marquinho para dar mais consistência no meio. Renato Gaúcho também substituiu o volante Diogo pelo atacante Alan. O jogo virou: O Fluminense atacava sem qualidade na chegada e o São Paulo se defendia sem qualidade no contragolpe. Que feio!

Nos 15 minutos finais da partida era simplesmente ataque contra defesa. O Flu continuava atacando no desespero e o São Paulo, quando recuperava a bola, não conseguia ligar os atacantes. O time não funcionou na segunda etapa mas o adversário levou muito perigo mesmo em uma bola no travessão, tocada pelo André Dias contra o próprio patrimônio. Para a nossa sorte o atual time do Flu é muito ruim, além de estar em péssima fase. É preciso consertar essa queda de rendimento que observamos neste e no penúltimo jogo.

Sem dúvida, o grande destaque do Maior do Mundo foi o trabalho da remendada defesa, que substituiram bem Miranda e Renato Silva, ausências para lá de sentidas. O maior momento de tensão foi no finalzinho, quando Rogério sentiu dores e terminou a partida no sacrifício, assustando os torcedores, mas não havia tempo para mais nada.

Mais uma vitória. Suada… mas os três pontos valeram como as outras vitórias. Agora é trabalhar bastante para conseguir um bom resultado (de preferência uma vitória) na Arena da Baixada, coisa que nunca fizemos. Sem dúvida um teste de fogo para o Jason Tricolor!


Ricardo Gomes vai ganhar uma nota boa pela sequência, mas o time oscilou mais uma vez entre uma etapa e a outra. Se fosse um time um pouco menos ruim poderíamos ter sofrido o empate. Mas vale ressaltar suas mexidas, quase sempre na hora certa e para corrigir algo que não lhe agrada. Nota: 7,5

Torcida com 55 mil ingressos disponíveis e o site Futebol Card fora do ar, é difícil dizer se os 22 mil pagantes foram justificáveis. Na teoria um público ruim. Na prática, a azul encheu e os outros setores foram decepcionantes.
Saudações Tricolores!!!!
Crédito Perrone

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

A volta de um mito!!!


Hoje inicia-se o segundo turno do Brasileirão/2009, e de uma forma emocionante, com jogos importantes, partidas equilibradas pelo título e contra o rebaixamento.

Porém, para a nação soberana, para o são-paulino, para o torcedor de televisão, de radinho, e para os torcedores de estádio é noite de razão e emoção.

Nenhuma torcida terá maior orgulho de estar presente ao estádio que a nação tricolor, na noite de quarta-feira. Noite de quarta-feira que faz lembrar Libertadores, que faz lembrar de heróis tricolores.

Dentre eles, Rogério Ceni, que estará de volta ao seu lugar, o de Capitão do SPFC, após sua traumática fratura.

E mais uma vez, espetacular superação de limites. Contou com a força do Reffis, com a vocação obstinada de outro alicerce tricolor, que gosta de permanecer alheio aos holofotes, o mestre da fisioterapia, Dr. Rosan. Ele e os demais valorosos profissionais do Reffis e do departamento médico do SPFC, merecem o total agradecimento.

Daquele goleiro que ainda tão jovem, vestia a camisa do SPFC e se tornou campeão da Taça Conmebol, em 1994, desbancando junto do Expressinho Tricolor, rivais de tradição. O primeiro título como titular de uma história que havia começado no Tricolor, em 1990, dia 07 de setembro, independência do Brasil.

Surgia ali um talento promissor.

De talento, ao maior líder em campo dos últimos 20 anos, quem sabe, da história do Mais Querido, nos gramados.

O bastião guerreiro da época das vacas magras, sofrida para o são-paulino, entre 1995 e 2005. Mas Rogério lutou com o SPFC, que reformava o Morumbi, que havia perdido o tempo áureo de Telê.

Jamais esmoreceu nesse período, ganhou sim títulos, derrotou o rival Corinthians no retorno de Raí em 1998, impediu que o Santos saísse da fila em 2000, com golaço de craque, (eu estava lá, ao vivo, foi uma emoção que jamais irei esquecer) uma de muitas das suas faltas memoráveis. O primeiro, marcado em Araras, contra o União São João, em 1997.

E já são 83 gols, do recordista mundial, do goleiro-artilheiro, Rogério Ceni!

Viu ser revelado para o mundo o menino Kaka, em 2001, na conquista do Rio-SP.

Mas os maiores desafios estavam por vir.

“Para conquistar o mundo, é preciso atravessá-lo”, diz o bandeirão tricolor.

O homem dos “limites ilimitados” sabia disso. E foi atrás do desafio, da saga.

A reconquista da vaga na Libertadores, em 2003.

O drama vivido em 2004, mas ao mesmo tempo, o inesquecível duelo com o Rosario Central.

A maturidade, o ápice estava chegando. Um ano mágico viria pela frente, 2005. Campeão paulista, herói da Libertadores, gigante do Mundial. O goleiro-artilheiro se tornara o maior goleiro do mundo, carregando aquela bandeira tricolor no Estádio de Yokohama, dando uma volta sozinho, ele e a bandeira, gostaria de saber o que ele pensava naquele momento.


Tinha acabado de desbancar o poderoso Liverpool da Inglaterra, segurado Gerrard, que na minha opinião é um dos melhores meio campistas armadores em atividade no futebol mundial. Simplesmente inesquecível.


Mas mesmo assim, não se deu por satisfeito. Era o tempo de buscar a SOBERANIA do Brasil, junto do SPFC. O Tricampeonato - Tri-Hexa.

Eis a história de um mito, que só o são-paulino pôde vivê-la e contará aos seus filhos e netos, pois com certeza eu contarei.

O legado de Rogério Ceni.

Bom retorno, Capitão! A nação tricolor te espera e o reverencia!

O CAPITÃO VOLTOU… O CAPITÃO VOLTOU...


Saudações Tricolores...